
Previstas na ordem do dia da sessão extraordinária realizada na tarde de hoje, as infrações político-administrativas acabaram não sendo julgadas, uma vez que Gianello teve seu pedido de renúncia oficializado pelo Legislativo sul-caetanense na tarde de ontem, 30.
Durante a sessão, a presidência da Casa esclareceu que a extinção do mandato parlamentar resultou na perda do objeto do processo político-administrativo, uma vez que não há mandato sobre o qual possa recair eventual cassação.
A presidência determinou, ainda, que fossem adotadas as providências administrativas e legislativas cabíveis, incluindo o encaminhamento da documentação pertinente à Justiça Eleitoral e aos demais órgãos competentes.
