
Ao final do Dérbi, uma grande confusão ocorreu na parte interna da Neo Química Arena. Além do empate em 0 a 0, a partida ficou marcada por grandes brigas e expulsões.
A equipe de arbitragem relatou um tumulto na parte interna do estádio, mas, segundo a súmula, nenhuma agressão foi presenciada. Corinthians e Palmeiras, no entanto, alegam que jogadores foram agredidos.
Além disso, o Verdão também reclamou de uma ofensa racista ao seu goleiro Carlos Miguel, que não constou na súmula.
Confira o que estava escrito de ocorrência na súmula do Dérbi
Ao término da partida, já no vestiário, fomos informados pelo delegado da partida, Sr. Rogério Menezes Lopes, de que, no momento em que a equipe de controle de doping tentava acessar a sala destinada ao procedimento — acompanhada do atleta nº 31 da equipe do Palmeiras, Sr. Luighi Hanri Sousa Santos —, houve um empurrão por parte de um segurança da equipe do Corinthians.
Não foi presenciada nenhuma agressão a jogadores de ambas as equipes. Segundo o relato, o referido segurança empurrou o atleta ao tentar impedir sua passagem em direção à sala de controle de doping. A ação deu início a um tumulto generalizado, envolvendo seguranças de ambas as equipes.
O delegado informa que o tumulto foi controlado pelos representantes de ambas as equipes — Sr. Anderson Barros, da equipe do Palmeiras, e o treinador Fernando Diniz, da equipe do Corinthians —, juntamente com o próprio delegado da partida.
Os jogadores Zacarias Labyad (nº 52 do Corinthians) e Luighi Hanri Sousa Santos (nº 31 do Palmeiras) foram os sorteados para a realização do exame antidoping.