22 de outubro de 2021

USCS e Câmara dizem que seus contratos não têm relação com apuração da PF

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Universidade de São Caetano do Sul tem  dois contratos, enquanto Legislativo tem um com a empresa MC3 Tecnologia e Logística, cujo dono foi preso pela PF nesta quarta

 

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USCS afirma que seu contratos com MC3 Tecnologia e Logística não tem relação com investigação da PF

A USCS (Universidade Municipal de São Caetano do Sul) e a Câmara Municipal informaram por meio de nota à imprensa que seus contratos com a MC3 Tecnologia e Logística não têm relação com as investigações feitas pela PF (Polícia Federal). O proprietário da empresa, Márcio Jorge Paladino, foi preso nesta quarta-feira (31/10) acusado de participar de um grupo que fraude em licitações.

Abaixo seguem as notas da USCS e do Legislativo:

USCS

A Universidade Municipal de São Caetano do Sul, tendo em vista a sua postura de transparência e legalidade ante a sociedade, seu quadro discente e docente, governos e parceiros esclarece que não há nenhuma ligação entre os contratos objetos da operação Tritão com a Universidade.

Os contratos vigentes, licitados em conformidade com a lei 8666, e auditados pelos órgãos de controle tanto interno, quanto externo a instituição, dizem respeito às atividades normais da burocracia universitária e podem ser consultados na página de transparência. São os seguintes:

A. Contrato – 1

Objeto: dar suporte às atividades realizadas pela USCS, através da CAIPIMES, no planejamento e realização de concursos públicos em todas as suas fases, sob demanda.

Custo: Não há qualquer tipo de custo na prestação desses serviços, que são realizados sob demanda, sem onerar o orçamento da Universidade, pois os mesmos são pagos pelas receitas auferidas do recebimento das taxas de inscrição recolhidas pelos candidatos que se escreveram em cada concurso.

B. Contrato – 2

Objeto: Organizar, digitalizar e plastificar toda a documentação didática, burocrática, acadêmica e operacional da USCS.

Coordenadoria de Comunicação

SCS, 31 de outubro de 2018”

 

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Câmara de São Caetano também diz que contrato foi feitos com base na lei de licitações, Foto: Divulgação

Nota da Câmara 

“Em virtude de eventuais irregularidades envolvendo a empresa MC3 Tecnologia em suposto cartel de empresas, a Câmara de São Caetano do Sul informa que a empresa possui contrato com o Legislativo municipal, o qual não é alvo de apuração na operação deflagrada pela Polícia Federal.

Dentro do princípio da ampla concorrência pública, por meio de pregão, importante destacar que foram consultadas 17 empresas no mercado, bem como o edital foi aprovado pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e está de acordo com a legislação vigente. Os serviços, até o momento, são prestados em condições de normalidade e dentro das cláusulas previstas contratualmente, e com qualidade satisfatória aos anseios da Casa de Leis.

A contratação, realizada por meio de licitação, se fez necessária pois a Câmara não possuía locais adequados para manuseio de documentos históricos e oficiais desde a criação da Casa de Leis, em 1949. O contrato foi firmado em 2017 para prestação de serviço técnico e substituição de suporte do acervo documental com conferência, retirada, transporte, identificação via “Tag Chip” (etiqueta inteligente), custódia, organização, digitalização, indexação e microfilmagem dos documentos da Câmara de São Caetano do Sul.

A ação faz parte de série de medidas de modernização e transparência implantada na gestão do poder Legislativo de São Caetano do Sul no biênio 2017/2018.

São Caetano do Sul, 31 de outubro de 2018.

Comunicação

Câmara Municipal de São Caetano do Sul”

 

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