28 de setembro de 2021

Suplentes de vereador em Mauá articulam pedir cadeiras de titulares

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Motivo seria denúncia da Polícia Federal sobre suposto recebimento de mensalinho do governo do prefeito Atila Jacomussi, preso na quinta-feira

 

suplentes
Dos 23 vereadores, 21 estão sendo investigados pela PF, além de um suplente. Foto: Divulgação

 

O meio político em Mauá está quente. A informação que correu nesta segunda-feira (17/12) na cidade é de que os suplentes de vereadores estariam articulando pedir o afastamentos dos 21 parlamentares acusados pela PF (Polícia Federal) de receber mensalinho do governo do prefeito Atila Jacomussi (PSD), preso na quinta-feira (13/12) na operação Trato Feito, um desdobramento da Operação Prato Feito deflagrada em maio deste ano e que apurou irregularidades em contratos da merenda escola e uniforme escolar.

De acordo com a PF, 21 vereadores, além de um suplente (Jair da Farmácia) receberiam propina do atual governo. Todos os celulares foram apreendidos e os gabinetes vistoriados na quinta-feira.

Nas redes sociais já circula até uma lista com quem assumiria as cadeiras na Câmara, caso houvesse afastamento dos titulares. Os únicos vereadores que não foram citados na sentença da Justiça foram Chico do Judô (Patriota) e Marcelo Oliveira (PT).

De acordo com a Câmara, até 17h15 não havia sido protocolado documento dos suplentes. A reportagem do ABCD Jornal conversou com o vereador Alfredo Simão (Avante) para saber da possível articulação, mas ele não confirmou. “Por enquanto não me chamaram para nenhuma reunião. Esse tipo de solicitação não cabe aos suplentes e sim à Justiça”, concluiu.

Habeas Corpus

A defesa do prefeito Atila entrou nesta segunda-feira com um pedido do Habeas Copus no STJ (Superior Tribunal de Justiça). O advogado, Daniel Bialski, afirma que a prisão “foi arbitrária” e que os argumentos usados pela PF são “requentados” da primeira operação da PF, deflagrada em maio, e que também gerou a prisão do prefeito. 

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3 COMENTÁRIOS

  1. De acordo com minha coincidência.nem o pai do prefeito é amigo.como pode um amigo do prefeito cobrar propina para aprovar os projetos da cidade? Onde o opositor não recebeu.belos amigos esses que cobram para cumprir com seus deveres.se é verdade as acusações.fora todos.que levam nosso dinheiro e não cumprem com o dever de cuidar da cidade.deixo claro que tudo tem que ser provado.

  2. Gilmar Mendes não deveria ter liberado o Átila da prisão,nossa cidade é rica mas com esses ratos na política sofremos com o descaso e a mal gestão do q deveria zelar da nossa cidade,pois pra isso é q a maioria dos munícipes votou nele eu já não confiava nele com isso piorou…..

  3. É uma verdadeira catástrofe polìtica, una vergonha para a nossa cidade,a corrupção é uma doença que precisamos combater.
    É preciso que a ética seja exercida,a população de Mauá merece respeito,coisa que o governo não o faz.

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