
Arboleda retornou ao Brasil nesta segunda-feira, 4, e foi ao CT da Barra Funda para conversar com o São Paulo. O jogador estava prestes a completar 30 dias consecutivos de ausência, período que, pela CLT, configura abandono de emprego e permite ao clube rescindir o contrato por justa causa.
Arboleda viajou ao Equador em 4 de abril, data da partida contra o Cruzeiro, e desde então não havia voltado. O departamento jurídico são-paulino já possui três notificações formais e farto material para se resguardar em um eventual litígio. O problema é que a rescisão por justa causa, embora amparada pela lei, na prática premia o jogador: ele ficaria livre para assinar com outro clube sem custos, enquanto o São Paulo arcaria com o prejuízo de um ativo que ainda tem valor de mercado.
O que o São Paulo quer com Arboleda?
Ainda não se sabe se, com o retorno ao clube, o São Paulo buscará o retorno dele aos treinamentos, ainda que de forma separada, para tentar negociá-lo, ou se irá propor uma rescisão amigável.
Arboleda está no clube desde 2017 e o caso decepcionou a todos internamente, desde a diretoria de futebol até o elenco. Desde que esteve fora do Brasil, não teve contato com as lideranças do time e também não falou com Roger Machado.