14 de junho de 2021

Jefferson dissolve PTB de SP e gera dúvida em coligações no ABCD

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Uma das principais alianças firmadas envolve a campanha petista de Luiz Marinho, que tem como vice a petebista Ana Paula Lupino

 

Uma das principais alianças firmadas envolve a campanha petista de Luiz Marinho, que tem como vice a petebista Ana Paula Lupino. Foto: Divulgação

 

O PTB nacional dissolveu o diretório no Estado de São Paulo nesta segunda-feira (28/09) e gerou dúvidas sobre coligações no ABCD. A aliança mais afetada é a de São Bernardo onde o candidato a prefeito pelo PT, Luiz Marinho, tem como vice a petebista Ana Paula Lupino.

A dissolução é mais um aceno do presidente nacional do PTB, Roberto Jeferson, a Jair Bolsonaro (sem partido), que deve buscar a reeleição em 2020 e a legenda petebista vislumbra uma filiação do presidente da República na sigla.

Jefferson não quer alianças com adversários de Bolsonaro e não aceita acordos com PT e PSDB. Jefferson publicou nesta segunda-feira documento em que dissolve o diretório paulista comandado pelo deputado estadual Campos Machado e ainda afirma que indicará uma “comissão provisória” para comandar a legenda no Estado.

A reportagem do ABCD Jornal procurou a assessoria do ex-prefeito Luiz Marinho, que não quis comentar a decisão da cúpula nacional do PTB.

O petista manteve normalmente suas agendas de campanha na cidade. Teve atividade na portaria da Ford e participou de uma caminhada acompanhado da vice Ana Paula, militância e pré-candidatos a vereador nas ruas Jardim das Oliveiras

Outras dobradas

O PTB nacional não quer coligação também com o PSDB, mas em Santo André, o prefeito Paulo Serra tem como vice Luiz Zacarias (PTB). A chapa busca a reeleição. Em Ribeirão Pires, o chefe do Executivo, Adler Kiko (PSDB), dobra com Gabriel Roncon (PTB). No entanto, ainda não existe uma definição sobre como ficam os casos de reeleições.

No caso de Mauá, o ex-deputado federal Wagner Rubinelli, que tinha feito convenção para apoiar a candidatura do prefeiturável Marcelo Oliveira (PT) optou por acatar a decisão da direção nacional do partido e retirou o apoio.

 

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