
O futuro do técnico Dorival Júnior no São Paulo é duvidoso. O técnico possui um contrato válido até o final de 2026, entretanto, a renovação ainda não foi abordada. A expectativa é que esse tema seja discutido somente após as eleições presidenciais do clube, que estão agendadas para dezembro.
Além disso, nos dias recentes, houve acontecimentos que provocaram atritos e diminuíram as chances de Dorival permanecer. As afirmações de Dorival a respeito da deficiência na estrutura do clube, especialmente sobre os gramados, não foram bem recebidas pela atual administração. Depois da vitória contra o Vitória, o técnico afirmou que o São Paulo possui “três campos e nenhum deles está em condições adequadas para treinarmos” e que algumas lesões estão ligadas à má qualidade dos gramados. A declaração provocou um mal-estar interno.
O cenário político
O São Paulo vive um momento de incerteza política. A oposição, liderada por Marcelinho Portugal Gouvêa, já apresentou seu plano de gestão, enquanto a situação ainda não definiu um candidato. O novo presidente terá a missão de decidir sobre a permanência de Dorival para 2027.
O risco
A tendência é de que Dorival chegue ao final do ano sem contrato renovado, podendo deixar o clube livre no mercado. O treinador tem sido elogiado pelo trabalho em meio à crise, mas as críticas à estrutura e a falta de definição política aumentam a incerteza sobre seu futuro.
O momento do São Paulo
Com a vitória sobre o Vitória, o Tricolor chegou a 39 pontos e se afastou da zona de rebaixamento. O clube volta a campo contra o Vasco, no próximo sábado (17), às 21h, no MorumBIS, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro.