
Nesta terça-feira (13), a Polícia Civil de São Paulo iniciou uma operação contra a revenda ilegal de ingressos digitais em jogos do Palmeiras. A Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (DRADE) realizou o cumprimento de quinze mandados de busca e apreensão na cidade de São Paulo. A investigação foi iniciada a pedido da própria presidente Leila Pereira, após o clube descobrir irregularidades em uma auditoria interna.
O plano identificado pelo Palmeiras
A auditoria interna do clube detectou dois problemas distintos: o uso de robôs para comprar ingressos em larga escala e revendê-los acima do valor oficial, e o uso indevido de cadastros de torcedores — incluindo dados biométricos faciais — para entrada no estádio. As descobertas motivaram Leila a acionar formalmente a polícia.
O que foi apreendido
Durante a operação, computadores e celulares foram confiscados. Ninguém foi preso. O material apreendido será analisado pela DRADE para identificar todos os envolvidos no esquema e responsabilizar individualmente cada um deles.
O que vem agora
A investigação segue sob responsabilidade da DRADE, braço do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE). O Palmeiras colabora com as autoridades e acompanha o andamento do caso.