Corinthians quita parte dos débitos com os jogadores. Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians
O Corinthians conseguiu reduzir um pouco da pressão financeira sobre o time. Na última sexta-feira, o clube depositou os salários de junho, que venceram no dia 10. O acordo elimina o perigo imediato de processos trabalhistas, porém outros compromissos ainda estão pendentes.
Dívidas acumuladas no Corinthians
Ainda não foram pagos os direitos de imagem de junho, cujo vencimento era em 20 de julho, bem como as premiações pendentes por vitórias, principalmente as relacionadas à campanha na Libertadores no primeiro semestre. A diretoria admite as pendências e, considerando a situação financeira apertada, tem dado prioridade aos salários formalmente registrados para impedir que os jogadores busquem a Justiça e solicitem rescisão indireta.
Proibições de transferências no horizonte
Além dos atrasos, o Parque São Jorge enfrenta três proibições de transferências — duas impostas pela FIFA e uma pela CBF — que, juntas, totalizam R$ 22 milhões em dívidas a serem pagas.
Tática de vendas
Para lidar com a crise, o Corinthians estabeleceu uma meta de R$ 150 milhões em transações durante a temporada, porém resiste à ideia de desmantelar o time enquanto compete na Libertadores. A estratégia é gerar caixa vendendo um único atleta por um preço alto.
André, Breno Bidon e Yuri Alberto são os nomes mais cotados no mercado. Fernando Diniz considera os três jogadores essenciais, e eles só deixariam o clube se recebessem propostas realmente significativas.