
O Palmeiras devolveu a primeira proposta que chegou da Itália. O Parma tentou abrir conversas por Erick Belé com um modelo de empréstimo que previa opção de compra na casa dos R$ 25 milhões. A diretoria alviverde considerou o valor muito abaixo do que o atacante representa no mercado e sequer abriu negociação formal.
A avaliação interna é de que a joia de 18 anos tem potencial para render ao clube um valor mínimo de R$ 100 milhões em uma venda futura. A estratégia traçada inclui manter um percentual dos direitos econômicos para lucrar com uma eventual revenda no exterior — roteiro que o Palmeiras já aplicou com sucesso em outras negociações recentes.
Blindagem contratual e paciência
O clube não sente pressa. Erick Belé renovou seu contrato até dezembro de 2028, e sua multa rescisória para o mercado europeu ultrapassa os R$ 500 milhões — uma fortaleza jurídica que permite ao Verdão ditar o ritmo de qualquer tratativa.
A meta que ronda os bastidores do Palmeiras
Apesar do discurso de tranquilidade, o fator financeiro está no radar. O Palmeiras precisa atingir uma meta de vendas superior a R$ 400 milhões na temporada e vê nas joias da base o caminho para cumprir esse número sem sacrificar jogadores do time principal. A ordem é clara: ouvir propostas sempre, mas só liberar atletas por valores que a diretoria considere adequados e com retenção de percentual para ganhos futuros.