
O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou, nesta terça-feira, 7, a renovação do contrato de material esportivo com a New Balance até 2032. A vitória foi apertada (136 a 91) e representa um importante respiro político para o presidente Harry Massis, que havia sido derrotado na tentativa de aprovar as contas do clube da temporada passada.
Críticas da oposição
A oposição fez coro contra o acordo. Argumentou que um contrato tão longo não deveria ser aprovado por um presidente em final de mandato — especialmente porque o novo dirigente, que será eleito ao fim da temporada, ainda teria mais um ano de vínculo para renegociar ou buscar novas propostas. Mesmo assim, a renovação passou.
New Balance no centenário do São Paulo
Do lado comercial, a extensão garante à New Balance um marco simbólico: estar ao lado do Tricolor em 2030, ano do centenário do clube. Pelo novo contrato, o São Paulo embolsará cerca de R$ 40 milhões anuais.
Multa também foi alvo de críticas
Outro ponto contestado pela oposição foi a multa rescisória, que começa alta e diminui gradativamente até 2032. Apesar das ressalvas, o São Paulo seguirá vestindo a camisa da fornecedora atual por mais seis temporadas.