
Nesta quinta-feira, 26, a Comissão de Ética do São Paulo decidiu pelo adiamento da decisão sobre Douglas Schwartzmann e Mara Casares no escândalo da suposta comercialização clandestina do camarote 3A do MorumBIS
A justificativa apresentada pela Comissão de Ética para o adiamento foi a complexidade do caso e a necessidade de revisões finais nas apurações antes da deliberação. O processo, que estava em fase final, era aguardado para esta quinta-feira, 26, mas agora terá seu veredicto divulgado apenas no dia 30.
Além da investigação interna no clube, os envolvidos também são alvo de apuração pela Polícia Civil de São Paulo. As investigações encontraram indícios de que a prática ilegal ocorria desde 2023.
Relembre o caso
O escândalo veio à tona após uma reportagem do ge revelar áudios sobre a suposta exploração irregular de um camarote no MorumBIS em dias de show. A partir das informações divulgadas, a Polícia Civil do estado de São Paulo abriu investigação para apurar o caso.
De acordo com os áudios, os dirigentes teriam repassado os direitos de exploração do espaço a Rita de Cássia Adriana Prado, apontada como intermediária e terceira pessoa envolvida na conversa. Ela seria a responsável pela administração do camarote, cujos ingressos chegaram a custar R$ 2,1 mil no show da cantora Shakira, em fevereiro de 2025. Somente com o camarote 3A, o faturamento estimado foi de R$ 132 mil.
Possíveis punições no São Paulo
O resultado do processo na Comissão de Ética pode culminar na expulsão de Douglas Schwartzmann e Mara Casares do São Paulo