
A classificação para os 16-avos de final da Copa do Mundo de 2026 não apenas manteve o sonho do título vivo, como também engordou a conta bancária dos 26 convocados da Seleção e dos jogadores que representam o Brasil.
Pela projeção mais aceita nos bastidores, que considera que metade da premiação da Fifa é dividida entre os atletas e a comissão técnica, cada jogador já tem cerca de R$ 770 mil assegurados. Se o hexa vier, o valor individual saltará para R$ 3,5 milhões.
A matemática da premiação ao Brasil
A Fifa repassa os valores diretamente à CBF, que define a divisão interna. A estimativa é de que 50% do total vá para jogadores e comissão, sendo 70% para o elenco e 30% para os auxiliares técnicos.
- Eliminados nos 16-avos: R$ 770 mil por atleta
- Eliminados nas oitavas: R$ 1,05 milhão
- Eliminados nas quartas: R$ 1,33 milhão
- 4º lugar: R$ 1,89 milhão
- 3º lugar: R$ 2,03 milhões
- Vice-campeão: R$ 2,31 milhões
- Campeão: R$ 3,5 milhões
Quanto vale cada fase para as seleções
- Eliminados nos 16-avos: US$ 11 milhões (R$ 57,2 milhões).
- Eliminados nas oitavas: US$ 15 milhões (R$ 78 milhões).
- Eliminados nas quartas: US$ 19 milhões (R$ 98,8 milhões).
- 4.º lugar: US$ 27 milhões (R$ 140,4 milhões).
- 3.º lugar: US$ 29 milhões (R$ 150,8 milhões).
- Vice-campeão: US$ 33 milhões (R$ 171,6 milhões).
- Campeão: US$ 50 milhões (R$ 260 milhões).
O bolo total
A Fifa distribuirá US$ 655 milhões (cerca de R$ 3,4 bilhões) em premiações nesta Copa, montante recorde que supera os US$ 440 milhões de 2022. O aumento acompanha o formato expandido para 48 seleções — o maior da história, com possibilidade de saltar para 64 na próxima edição.
