
O Santos voltou do Equador com a classificação e uma atuação de controle. Após o empate sem gols com o Macará, que garantiu vaga nas quartas da Sul-Americana, Cuca abriu a coletiva com satisfação: “Objetivo cumprido, missão cumprida.”
“Eles viviam o melhor momento deles na história, estádio lotado, eles empolgados. Não fizemos um jogo tão bonito, mas a estratégia funcionou bem. O sistema defensivo foi perfeito do começo ao fim, sofrendo muito pouco, mérito da entrega de todos”, disse.
Adaptações durante o jogo
O técnico precisou mexer no time por questões físicas e climáticas. “Hoje estávamos com o Davizinho, ele sentiu o jogo e a altitude, disse que não via o ar. Colocamos o Gustavinho na lateral. Depois perdemos o Ananias, que estava com dor de cabeça e febre, e colocamos o Rafael Gonzaga, que entrou muito bem. É menino, temos que exaltar a entrega.”
Cuca também explicou a postura conservadora. “Era um jogo para corrermos pouco risco. Apostamos nas bolas longas. O mais importante era estar bem ajustado na defesa.”
Maratona pela frente do time de Cuca
O treinador já mira a sequência pesada do Peixe. “Agora é virar a chave. Temos o Mirassol em menos de 72 horas, depois Palmeiras, Corinthians, a volta contra o Palmeiras e viagem a Porto Alegre. Vamos ver quem estiver com mais energia. Às vezes isso é mais importante que a parte técnica.”
