
O Movimento Expulsão Já protocolará nesta segunda-feira (27) no Conselho Deliberativo do Corinthians um pedido formal de retirada do título de conselheiro vitalício e expulsão do ex-presidente Andrés Sanchez. A iniciativa, que colheu mais de 50 mil assinaturas de torcedores — incluindo mil sócios do clube social —, é uma reação direta à denúncia do Ministério Público sobre o uso de cartões corporativos da presidência para fins pessoais.
A Comissão de Ética do clube também já emitiu parecer sugerindo a expulsão de Andrés do quadro associativo.
O que diz o movimento no Corinthians
Em seu site oficial, o grupo afirma: “O Movimento #ExpulsãoJá nasce da indignação da Fiel Torcida diante da omissão histórica dos órgãos internos do clube. Nossa soberania está em xeque não apenas pelas dívidas impagáveis, mas pela impunidade que protege quem lesou o patrimônio alvinegro.”
A fundamentação jurídica se apoia em três pilares para
- Violação do Estatuto do Corinthians (Art. 28): condutas que desabonam a imagem do clube
- Lei Pelé (Art. 18-C): violação dos princípios de transparência administrativa e prestação de contas
- Lei Geral do Esporte (Arts. 64 e 67): responsabilização por gestão temerária
O movimento cita como provas de um “padrão de gestão temerária” os acordos com a Caixa Econômica Federal e os escândalos envolvendo patrocinadores como Taunsa e Vai de Bet.
