O The Athletic, braço esportivo do The New York Times, divulgou neste domingo o ranking completo com os 48 uniformes titulares que entrarão em campo na Copa do Mundo de 2026. Assinada pelo jornalista Nick Miller, a análise faz parte da série Style of Play e avalia cada camisa com um olhar afiado para design, tradição e ousadia — sem abrir mão de ironias e elogios entusiasmados.
Gana lidera a lista com uma peça que não passa despercebida. A camisa reproduz uma enorme teia de aranha multicolorida, inspirada no tecido tradicional kente e na figura folclórica da aranha Anansi. Originalidade máxima.
A camisa amarela do Brasil conquistou o segundo lugar. A publicação celebra o que classifica como um "tremendo retorno à forma" da Nike, depois de a fornecedora ter testado os limites do design na última Copa. Para Miller, é quase impossível estragar o uniforme brasileiro, e a versão para 2026 acerta em cheio ao reviver memórias afetivas de outros tempos.
O modelo remete diretamente à camisa da Copa América de 2004, com a gola e os detalhes verdes sob as axilas, e traz no corte ecos da icônica versão fabricada pela Topper em 1986. O texto ainda menciona os boatos de uma possível troca para a Adidas, mas sela um desejo claro: "Eles são Nike, e esperamos que continuem assim para sempre".
A Inglaterra ocupa o terceiro lugar, com um design nostálgico que remete à Euro 2000 e à Euro 1988. A Alemanha aparece em quarto, despedindo-se da Adidas com uma homenagem ao uniforme marcante de 1990. Marrocos fecha o top 5, exibindo gola incomum e detalhes inspirados no artesanato local.
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