
O Corinthians não deve realizar transferências de peso na atual janela de transferência, especialmente porque os principais mercados — especialmente o europeu — estão em seus dias finais. O clube, contudo, terá de negociar atletas para cumprir a meta orçamentária de R$ 150 milhões em vendas e planeja postergar essas movimentações para o meio da temporada.
Até o momento, houve sondagens e propostas por jogadores como Bidon, Gui Negão e Yuri Alberto. Este último, porém, só seria negociado em último caso, já que o Timão possui apenas 50% dos seus direitos econômicos — condição considerada desvantajosa para uma venda neste momento. Recentemente, uma oferta do Fenerbahçe por Yuri foi recusada.
Estratégia: poucas vendas, mas de alto valor para o Corinthians
Em entrevista recente, o executivo de futebol Marcelo Paz deixou claro o plano:
“A ideia é manter grande parte do elenco. Para manter o equilíbrio financeiro, temos que vender, mas da melhor forma possível. Acredito que este ano faremos a maior venda da história do clube.”
O objetivo é negociar poucos atletas, porém por valores elevados, para não desfalcar o grupo e prejudicar o trabalho do técnico Dorival Júnior no início das competições. A janela de meio de ano é vista como mais favorável, pois permite contar com os titulares nas fases decisivas iniciais e ainda atrai propostas mais altas — principalmente do mercado europeu, onde os valores costumam ser superiores.
Dessa forma, o Corinthians espera atingir a meta orçamentária com apenas uma ou duas transferências significativas, preservando ao máximo o elenco para as disputas de 2026.