
A Polícia Civil de São Paulo identificou quatro homens como responsáveis pela pichação nos muros do Allianz Parque, estádio do Palmeiras, ocorrida na madrugada da última quarta-feira (21). A ação foi uma reação à goleada de 4 a 0 sofrida pelo time para o Novorizontino, no Campeonato Paulista.
Os investigados, identificados pela Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade), são: Paulo Sérgio Goes de Oliveira, Murilo Landim Baldi, Murylo Mikael Santos e Deivison Correia Carvalho. O clube registrou um Boletim de Ocorrência e, tanto a diretoria do Palmeiras quanto a presidente Leila Pereira, afirmaram que processarão judicialmente todos os envolvidos. A mandatária ficou especialmente irritada com uma das pichações, que a acusava de roubo.
Entre as frases escritas nas paredes do estádio do Palmeiras estavam:
- “2025 de novo”
- “Cadê o planejamento?”
- “Abel, acabou a magia?”
- “Leila, seu negócio é roubar”
- “Time sem vergonha”
- “SPAlmeiras”
A pesada derrota gerou uma onda de críticas interna e externa. O próprio técnico Abel Ferreira demonstrou insatisfação, atribuindo o resultado à falta de competitividade da equipe. “Não fomos competitivos. Espero que possamos errar tudo nesses tipos de jogos. Sabemos da responsabilidade que é defender o Palmeiras, mas foi um golpe duro. Quando não nos mobilizamos mentalmente pra esse tipo de jogo, esse resultado pode acontecer”, declarou.
O Verdão retorna aos gramados neste sábado (24), enfrentando o rival São Paulo, às 18h30, na Arena Barueri, pela 5ª rodada do Paulistão, sob pressão para reverter o clima de insatisfação.
