S.Caetano faz  acordo com atletas e Fundo de Esporte e terá R$ 2 milhões

 

 

Teto salarial será de R$ 5 mil durante a quarentena, período em que não há competições e recurso será investido no combate ao Coronavírus

 

Teto salarial dos atletas será de R$ 5 mil durante a quarentena, período em que não há competições e recurso será investido no combate ao Coronavírus. Foto: Divulgação/PSCS

 

A SELJ (Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude) de São Caetano entrou em acordo com cerca de 600 atletas e técnicos conveniados para a criação de um teto salarial de R$ 5 mil neste período de  quarentena, em que não há competições. Além disso, o Fundo Municipal de Apoio ao Esporte repassou mais de R$ 2 milhões para a Secretaria de Saúde utilizar em ações de combate ao coronavírus.

 

“Foi uma atitude que tomamos em conjunto, de total acordo com um grupo de cerca e de 600 atletas e técnicos. O esporte sempre foi uma área em que todos fazem questão de participar quando o objetivo é ajudar ao próximo. Dessa forma, passei a eles que tínhamos mais de R$ 2 milhões no Fundo Municipal de Apoio ao Esporte, desde o início da nossa gestão, em 2017, e que ele poderia ser repassado à Secretaria de Saúde para combater o coronavírus. A ideia teve 100% de aprovação de atletas, técnicos e do conselho de gestão do Fundo”, explica o coordenador de Esporte de Alto Rendimento da SELJ, Marcos Siarvi.

 

TETO SALARIAL

A criação de um teto salarial para atletas e técnicos neste período de quarentena chega num momento em que todas as competições estão paralisadas e grande parte do mundo esportivo tem tomado a mesma atitude, atletas, clubes e federações.

 

“Devido ao problema atual da Covid-19, ficou acordado a criação de um teto salarial de R$ 5 mil neste período de quarentena visando a ajuda na área da saúde, para o combate deste problema que afeta a todos. Esta redução se fez necessária, uma vez que com o cancelamento das competições anuais, esta verba pôde ser destinada para combater o coronavírus, mantendo as atividades com os  atletas, técnicos e assim consegue-se fazer também a manutenção dos salários. Este é um momento de união para que todos consigamos sair desta situação”, comentou o coordenador de Taekwondo, Marcelo Todaro.