S.Caetano dobra número de leitos de UTI para atender pacientes com coronavírus

São Caetano dobra número de leitos de UTI para atender pacientes com coronavírus

 

São Caetano dobra número de leitos de UTI para atender pacientes com coronavírus. Foto: Divulgação

 

O prefeito de São Caetano do Sul, José Auricchio Júnior, e a secretária municipal de Saúde, Regina Maura Zetone, anunciaram a ampliação de 40 para 80 o número de leitos de UTI, preparando a cidade para atender pacientes com coronavírus. A Prefeitura tem adotado medidas diárias de enfrentamento à pandemia desde fevereiro. “Temos suprimentos e número de leitos suficientes para atender o pico, que pode acontecer nas próximas semanas”, disse o prefeito.

No complexo hospitalar, onde o prefeito fez uma vistoria, uma ala já está pronta com dez leitos de UTI suplementar e dez de baixa complexidade que aguardam chegada de respiradores para se transformarem em UTI. O espaço terá uma equipe médica e de enfermagem exclusivas para atendimento destes pacientes. Além disso, um dos elevadores já está isolado e sendo utilizado só para atender este setor.

“Além da UTI, teremos leitos para baixa complexidade, para retaguarda de pacientes que precisarão de internação”, afirmou Regina Maura. O diretor técnico do Complexo Hospitalar, Ricardo Carajeleascow, também participou do anúncio.

Hospital de campanha

A cidade também terá um Hospital de Campanha, uma unidade que funcionará temporariamente para cuidar das vítimas do coronavírus, instalada no Hospital São Caetano. “Estamos fazendo vistorias e revisões de todo espaço para que até a próxima semana ele esteja em operação”, afirmou a secretária.

“Não estamos medindo esforços financeiros para fazer e equipar mais leitos de UTI e atender a demanda que está por vir”, completou Auricchio.

A cidade conta ainda com quatro hospitais da rede privada que, juntos, somam mais 250 leitos de UTI, incluindo os criados especialmente para o enfrentamento ao coronavírus. Dessa forma. São Caetano contará com 330 leitos de UTI entre as redes pública e privada, mais do que o triplo recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde).