13 de abril de 2021

Juiz decreta prisão preventiva de GCM que deu tiro em jornalista em S.Bernardo

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Ageu Galera cumpria prisão temporária, mas houve a conversão em preventiva nesta terça-feira

 

Prisão temporária  foi convertida em preventiva contra o GCM e marido da dona da clínica veterinária Dr. Galera, autor do disparo contra o rosto do jornalista Daniel Lima. Foto: Reprodução/Facebook

 

A Justiça de São Bernardo converteu a prisão temporária em preventiva do GCM (Guarda Civil Municipal) Ageu Rosas Galera que deu um tiro no rosto do jornalista Daniel Lima, dentro do pet Shop Dr. Galera, em 1º de fevereiro.

A temporária serve para dar tempo à polícia e ao Ministério Público de coletar as provas para, depois, solicitar a prisão preventiva, cujo objetivo é proteger o inquérito ou processo. Uma vez encontrado indício do crime, a prisão preventiva evita que o réu continue a atuar fora da lei. Pelo Código de Processo Penal, a preventiva cabe e casos de: crimes inafiançáveis.

O GCM, autor do disparo, se entregou no 1º DP, onde em 10 de março. Ele deu um tiro na boca de Daniel Lima dentro da clínica veterinária, no Jardim do  Mar, após o jornalista reclamar do atendimento. Ele havia levado as duas cachorrinhas para higienização. O serviço levou quase 4 horas. Ageu  é casado com a Dona do Pet Shop, a veterinária Letícia Ramos Galera, que foi quem socorreu o jornalista no dia do crime. O estabelecimento já voltou a funcionar normalmente.

Mais  tranquilo

 

Jornalista Daniel Lima levou as cachorrinhas à clínica veterinária e foi alvejado com arma de fogo por reclamar da demora na conclusão do serviço de higienização das duas pets. Foto: Divulgação

 

Ao ser questionado sobre o que representa essa decisão judicial, Daniel Lima afirmou que se sente mais tranquilo com o agressor preso. “Ele é um perigo solto, em qualquer circunstância, pois tenho uma série de informações sobre a convivência dele em vários locais. Esse assassino não pode ficar solto, felizmente a justiça permanece, com a graça de Deus, e retira do convívio social um perigo ambulante, constante e absolutamente amedrontador. Ter ele em um empreendimento muito perto da minha casa  não me sentiria seguro, tranquilo e confortável diante da possibilidade que havia de que ele obtivesse uma soltura”, afirmou o jornalista ao acrescentar que mais de 50 dias depois do crime ainda tem uma série de sequelas físicas. “Graças a Deus , nenhuma neurológica”, concluiu.

 

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