GCM e Samu de S.Bernardo salvam homem com parada cardíaca

Ação ágil dos guardas possibilitou reanimação da vítima e rápido atendimento do Samu 

Ação ágil dos guardas possibilitou reanimação da vítima e rápido atendimento do Samu; Profissionais eram treinados pelo Núcleo de Educação em Urgência da cidade. Foto: Divulgação

 

Um homem de 61 anos foi salvo, na noite desta segunda-feira (26/8), por agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) de São Bernardo, após sofrer uma parada cardíaca dentro do próprio veículo. A ação ágil dos profissionais, que eram treinados pelo Núcleo de Educação de Urgência da cidade, foi fundamental para reanimar o morador que, rapidamente, foi conduzido por equipes do Samu para o PS Central da cidade.

De acordo com a GCM, a vítima foi encontrada desacordada dentro do próprio veículo, por volta das 20h, no estacionamento do Paço Municipal, após a esposa do morador acionar guardas municipais que estavam no local realizando patrulhamento. Ao chegarem ao local, o supervisor da corporação Marcos Aurélio e o GCM 2° Classe Camargo deram início imediato a todos os procedimentos e manobras para reanimação do morador.

Por meio do Centro Integrado de Monitoramento de São Bernardo, que integra profissionais da GCM e Samu, equipes da Saúde acompanharam em tempo real toda ação, permitindo assim, deslocamento imediato de uma equipe do Samu até o local da ocorrência. A viatura chegou ao local em 8 minutos após o início do atendimento.

Com a vítima estabilizada, profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência assumiram a ocorrência encaminhando o homem para o Pronto-Socorro Central de São Bernardo, onde o morador segue internado em estado estável e respirando já sem ajuda de aparelhos.

AGILIDADE

Um dos agentes do responsável pela reanimação da vítima, o supervisor da GCM, Marcos Aurélio, ressaltou a importância da integração entre a Guarda Civil e o Samu para salvar a morador. “Essa ação conjunta, por meio do Centro Integrado de Monitoramento, nos permitiu de maneira ágil prestar todo o socorro necessário”, relatou o profissional que realizou sua primeira reanimação em 18 anos na corporação. “Somos treinados regularmente para essas situações, mas só depois de passar por essa ocorrência é que tive dimensão da situação. A sensação que fica é de dever cumprido por salvar mais uma vida”.