Familiares buscam João Gaspar na Penitenciária do Tremembé

Ex-secretário de Mauá ficou 55 dias preso após Polícia Federal flagrar em sua residência R$ 588,4 mil, além de 2,9 mil euros

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João Gaspar ficou na Penitenciária do Tremembé durante 55 dias. Foto: Divulgação/PMA-Roberto Mourão

Ao sair da Penitenciária do Tremembé na tarde desta terça-feira (03/07) o ex-secretário de Governo de Mauá recebeu o apoio de familiares para se dirigir à cidade. Gaspar ficou preso durante 55 dias. O advogado de Gaspar, Roberto Guimarães afirmou que não pode ir até o presídio devido a outros compromissos, mas a família estava presente no momento da soltura.

A prisão aconteceu em 9 de maio, após a PF (Polícia Federal) flagrar em sua residência R$ 588,4 mil, além de 2,9 mil euros. O ex-secretário é acusado de lavagem de dinheiro e suposto envolvimento em esquema de desvio de dinheiro dos contratos da merenda escolar. Na casa do prefeito Atila Jacomussi (PSB) também foram encontrados R$ 87 mil. Atila ficou preso 37 dias. Ambos foram liberados pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes.

Regras

Antes de deixar a Penitenciária, o O TRF-3 (Tribunal Regional Federal da Região 3), responsável por criar medidas cautelares para a liberdade do ex-secretário de Governo João Eduardo Gaspar, definiu em oficio de soltura, elaborado na noite desta segunda-feira (02/07), que ele está proibido de ocupar cargo público e também de entrar no Paço de Mauá.

O desembargador do TRF-3 Maurício Kato também determinou o pagamento de fiança de R$ 85 mil, valor semelhante à fiança paga pelo prefeito Atila Jacomussi (PSB), preso nas mesmas circunstâncias em 9 de maio. Gaspar ainda está proibido de viajar para o exterior e teve de entregar o passaporte.

 

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