
O São Paulo não vai contratar Cauly em definitivo. O meia, que está emprestado pelo Bahia, tem uma cláusula no contrato que prevê a compra automática caso entre em 25 partidas com mais de 45 minutos. Se ela fosse cumprida, o Tricolor teria de pagar 2 milhões de euros na sua contratação.
Todavia, isso não deve acontecer. Até aqui, ele atuou em apenas 15 jogos dentro desse critério, e restam apenas 8 partidas na temporada. Com isso, a cláusula não será atingida e, exceto por uma renegociação, o que é improvável, o jogador retornará ao clube baiano.
A situação antidoping também pesa
Além do baixo rendimento, Cauly também vem ficando de fora das partidas por receio de antidoping. O meia tomou um medicamento para tratar uma afecção nasal que continha uma substância proibida pela WADA, e o São Paulo decidiu por conta própria não relacioná-lo para evitar riscos. O clube entrou em contato com a CBF para informar a situação.
Os jogos de ausência
Cauly não é relacionado desde o jogo contra o Internacional, em 19 de setembro, quando ficou no banco de reservas. Seu último jogo em campo foi contra o Palmeiras. Depois disso, o Tricolor enfrentou Santos, Cruzeiro e Vitória, e em todas as partidas o meia ficou de fora dos relacionados devido ao receio de ser pego no doping..
O que vem agora
Uma eventual renegociação dependeria do novo presidente do São Paulo. Haverá eleições no final da temporada e Marcelinho Portugal Gouvea, por ora, é o único candidato confirmado pela oposição. Em contrapartida, a situação ainda não lançou nenhum nome. O vencedor do pleito pode negociar com o Bahia para manter o jogador, mas não precisa necessariamente ser pelos valores estipulados no contraot inicial.
