
Neste sábado (15), o Brasileirão começa a implementar um conjunto de novas regras que foram aprovadas pelos clubes e pela CBF durante uma reunião realizada na última segunda-feira (10). As alterações já estão em vigor para todas as divisões do futebol nacional, bem como para a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro Feminino A1. O primeiro teste ocorre no jogo do Palmeiras, que inicia a rodada.
Dez novas regras foram aprovadas para agilizar o jogo e punir comportamentos
Entre as principais novidades está a chamada “Lei Vini Jr.”, que proíbe jogadores de cobrirem a boca com a mão durante discussões com adversários ou árbitros. A infração é passível de expulsão.
Outras medidas têm como foco agilizar o ritmo do jogo e coibir a cera. Goleiros, por exemplo, terão até oito segundos com a bola nas mãos; se ultrapassarem o limite, o árbitro marcará escanteio para o time adversário. A mesma lógica vale para arremessos laterais e tiros de meta, com contagem de cinco segundos.
Substituições e atendimentos também são regulados
Jogadores substituídos terão dez segundos para deixar o campo pelo local mais próximo. Quem for atendido no gramado precisará ficar fora por um minuto antes de retornar. Se o atendido for o goleiro, um jogador de linha também deverá cumprir o tempo fora.
Comunicação com a arbitragem e revisão do VAR
Apenas o capitão de cada equipe poderá falar com o árbitro ao longo da partida. O VAR também terá novas atribuições: poderá revisar lances que resultem em segundo cartão amarelo e, a partir de 2027, também checará escanteios concedidos por engano que levem a gol ou pênalti.
Investimento na arbitragem do Brasileirão
A reunião também deu início ao planejamento de um novo regulamento para a temporada de 2027. A arbitragem receberá R$ 200 milhões em investimentos entre 2026 e 2027, com foco em estruturação e qualificação.
