
Apesar da forte repercussão negativa entre os torcedores, o Corinthians descartou qualquer tentativa de reaproximação com Memphis Depay. A situação segue completamente travada nos bastidores, e uma reviravolta nas negociações é considerada improvável neste momento.
A decisão de encerrar as tratativas foi política, e não técnica. O presidente Osmar Stabile, que pretende concorrer à reeleição, cedeu à pressão interna de aliados e opositores para não renovar com o holandês.
Pressão política inviabilizou acordo no Corinthians
Stabile sofreu forte pressão de ambos os lados para encerrar as negociações. A diretoria entende que, mesmo com o desconforto gerado nas redes sociais e o desgaste com a torcida, reabrir as conversas traria ainda mais instabilidade política ao clube em um ano eleitoral.
Qualquer movimento de reaproximação seria visto como um recuo ou sinal de fraqueza por parte do presidente.
Stabile sentiu impacto, mas mantém posição
Nos bastidores, circula a informação de que Osmar Stabile ficou incomodado com a forte repercussão negativa entre os torcedores após o anúncio da saída de Memphis. No entanto, esse desconforto não foi suficiente para mudar sua posição.
Stabile avalia que ceder agora colocaria em risco sua imagem dentro do clube e abriria precedentes para interferências externas em decisões administrativas.
Cenário atual: judicialização
O jogador já se manifestou publicamente, afirmando estar “muito decepcionado” e prometendo não deixar a situação “impune”. O caso deve seguir para a FIFA e o CAS, o que aumenta o risco de um quarto transfer ban para o Corinthians, além dos R$ 77 milhões que o clube deve ao jogador. O clima nos bastidores é de apreensão.