
A taça não é o único prêmio em jogo na final da Copa do Mundo de 2026. Espanha e Argentina disputam neste domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, o maior cheque já pago pela Fifa na história do torneio. O vencedor embolsará US$ 50 milhões, o equivalente a R$ 255 milhões na cotação atual. O derrotado sai com US$ 33 milhões (aproximadamente R$ 168,3 milhões).
A premiação fase por fase
- Campeão: US$ 50 milhões (R$ 255 milhões).
- Vice: US$ 33 milhões (R$ 168,3 milhões).
- 3º lugar: US$ 29 milhões (R$ 147,9 milhões).
- 4.º lugar: US$ 27 milhões (R$ 137,7 milhões).
- Quartas de final: US$ 19 milhões (R$ 96,9 milhões).
- Oitavas de final: US$ 15 milhões (R$ 76,5 milhões).
- 16-avos: US$ 11 milhões (R$ 56,1 milhões).
- Fase de grupos: US$ 9 milhões (R$ 45,9 milhões).
Como o dinheiro é dividido
Os valores são transferidos pela Fifa às federações, que decidem quanto repassar a atletas e comissão técnica. No caso do Brasil, a prática mais comum é que metade da premiação vá para os profissionais envolvidos na campanha, enquanto a outra metade permanece com a CBF. Algumas seleções também complementam os prêmios com verbas de patrocinadores.
Recorde absoluto
A Fifa distribuirá US$ 655 milhões (R$ 3,3 bilhões) ao longo do torneio, o maior montante de todos os tempos — em 2022, foram US$ 440 milhões. A expansão para 48 seleções inflacionou as cifras.
A final da Copa do Mundo
- Jogo: Espanha x Argentina – Final da Copa do Mundo 2026
- Data e horário: 19 de julho, às 16h (Brasília)
- Local: MetLife Stadium, Nova Jersey (EUA)
- Transmissão: Globo, SBT, SporTV, NSports, CazéTV (YouTube), Ge TV (Globoplay)
