
O São Paulo recebeu mais uma resposta negativa do Hoffenheim. A segunda proposta pelo zagueiro Arthur Chaves foi recusada pelos alemães, repetindo o desfecho da primeira investida. Agora, a diretoria tricolor avalia os próximos passos enquanto o relógio corre para a reabertura do mercado.
O que o Hoffenheim exige
Os alemães não abrem mão de uma taxa de cessão pelo empréstimo, além da inclusão de uma cláusula de compra obrigatória ao fim do vínculo inicial. O Augsburg, clube onde Arthur Chaves atuou na última temporada, não exerceu a opção de compra estipulada em aproximadamente R$ 35 milhões. O Hoffenheim quer um valor semelhante para uma transferência definitiva futura — a quantia exigida pelo empréstimo, no entanto, não foi revelada.
O São Paulo e a crise financeira
O Tricolor tem Arthur Chaves como principal alvo para a zaga, mas resiste a desembolsar qualquer valor no momento. A crise financeira limita os movimentos do clube, que busca atletas por empréstimo gratuito ou em fim de contrato. As duas recusas consecutivas mostram que o Hoffenheim não cederá sem compensação financeira.
A fragilidade defensiva
A zaga é tratada como prioridade por Dorival Júnior. Dória rescindiu o contrato, Arboleda será negociado, e o jovem Osorio, que ganhou minutos recentemente, ainda não é considerado pronto pela comissão técnica. Com o setor enxuto, a necessidade de reforço é urgente.
A diretoria de futebol mantém Arthur Chaves no radar, mas já admite que precisará encontrar alternativas caso os alemães não flexibilizem as condições.
