
O Corinthians aproveitou a pausa do calendário para a disputa da Copa do Mundo de 2026 e colocou em prática a maior intervenção no gramado da Neo Química Arena desde a inauguração do estádio. Os trabalhos começaram logo após o amistoso da Seleção Brasileira Feminina contra os Estados Unidos, no último sábado (6), e seguirão ao longo dos meses de junho e julho.
Um processo intensivo
A reforma inclui etapas rigorosas. A primeira delas é a raspagem completa da matéria orgânica antiga, seguida pelo erguimento da fibra sintética que fica poucos centímetros abaixo da superfície. O objetivo central é nivelar o terreno para que o gramado atinja o mais alto padrão de desempenho.
Estreia no inverno
Pela primeira vez, o estádio passa por uma reforma desse porte durante o inverno brasileiro. Segundo o clube, a estação favorece o desenvolvimento da grama ryegrass, a mesma utilizada nos principais palcos europeus. A Neo Química Arena é o único estádio no país que utiliza esse tipo de grama o ano inteiro, graças ao sistema de resfriamento instalado no campo.
A intervenção atual conclui um processo iniciado em julho de 2025, quando novas fibras sintéticas foram costuradas ao solo. Com a finalização, o gramado retornará ao padrão de qualidade que apresentou na inauguração, em 2014.
Reforço tecnológico ao gramado do Corinthians
O Corinthians também investiu em novos equipamentos de fotossíntese, considerados fundamentais para a manutenção de excelência da grama.
O adiamento
O planejamento original previa a reforma entre o fim de 2025 e o início de 2026, mas o curto período de entressafra forçou o adiamento para junho e julho. Apesar da prorrogação do prazo, o gramado se manteve em nível elogiado por atletas do próprio Corinthians e de equipes adversárias ao longo dos últimos seis meses.
A World Sports, empresa responsável pelo projeto, trabalha 24 horas por dia na Arena para entregar o gramado renovado a tempo do retorno do futebol.
