
A cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026, nesta quinta-feira (11), transformará o Estádio Azteca em palco de reverência à história do futebol. Antes de México e África do Sul iniciarem o torneio, a organização prestará tributos a Pelé, à Seleção Brasileira tricampeã de 1970 e a Diego Maradona. As informações foram publicadas pelo jornal Estadão.
Rivellino volta ao palco da glória
O Brasil conquistou o tri no Azteca ao golear a Itália por 4 a 1, em 1970. Para representar aquela geração, Roberto Rivellino retornará ao estádio 56 anos depois. Pelo lado italiano, Gianni Rivera, derrotado por Pelé e companhia naquela final, será o representante da equipe vice-campeã.
Maradona também será lembrado
O estádio mexicano também foi cenário de outra conquista eterna: o bicampeonato argentino de 1986, com atuação magistral de Diego Maradona na final contra a Alemanha. O craque receberá uma homenagem especial antes do pontapé inicial.
Novo formato de pré-jogo da Copa do Mundo
A Fifa estreará na abertura um protocolo inédito de cerimônia. Todos os jogadores relacionados para a partida, titulares e reservas, se posicionarão no círculo central durante a execução dos hinos, enquanto bandeiras ampliadas ocuparão boa parte do gramado. A entrada em campo será feita por um arco próximo ao túnel de acesso.
Os atletas não terão os nomes anunciados individualmente. Em vez disso, serão escoltados por crianças até o gramado. Após os hinos, os rituais tradicionais seguem mantidos: cumprimentos, foto oficial dos titulares e sorteio de lado com os capitães.
A medida repete o modelo testado no último Mundial de Clubes, nos Estados Unidos, e busca oferecer visão de 360 graus ao público. Com o avanço do torneio, a Fifa planeja incorporar efeitos de fumaça colorida e pirotecnia às cerimônias.
