
A conquista da cidadania italiana por Breno Bidon acendeu um sinal de alerta nos bastidores do Corinthians nos últimos dias. Destaque do meio-campista alvinegro, o jovem volante obteve o passaporte europeu por ser neto de italiano — um movimento que tende a ampliar ainda mais o interesse do futebol europeu em sua contratação.
Isso porque atletas com cidadania da União Europeia não entram na cota de jogadores extracomunitários, fator que tradicionalmente aumenta a atratividade e o valor de mercado de sul-americanos no Velho Continente.
Bidon trilhou o mesmo caminho de Yuri Alberto, que também possui ascendência italiana. No entanto, a diretoria corintiana não encara com bons olhos a possibilidade de negociar nenhum dos dois neste momento — tanto pela dificuldade de reposição, quanto, no caso do centroavante, pelo baixo percentual econômico que o clube detém, fruto do fracionamento na negociação com o Zenit.
Interesse europeu já existe, mas propostas ainda não chegaram por Bidon
O Corinthians já vinha monitorando sondagens internacionais por Bidon nos últimos meses, mas até agora nenhuma proposta concreta foi formalizada. Apesar disso, o cenário financeiro do clube impõe a necessidade de vendas: o orçamento prevê a arrecadação de mais de R$ 150 milhões no ano. O próprio CEO Marcelo Paz já admitiu que o Timão deverá protagonizar a maior negociação de sua história em 2026.