
Oscar não é mais jogador do São Paulo. Na noite desta quinta-feira, 26, o meia assinou a rescisão contratual com o clube e decidiu encerrar a carreira profissional. O acordo põe fim a uma relação marcada por duas passagens, poucos jogos e um desfecho que envolveu questões médicas e financeiras. A informação foi concedida inicialmente pelo GE e confirmada.
Os termos da rescisão
O acordo entre as partes prevê o pagamento de cerca de R$ 10 milhões ao jogador, valor que inclui luvas, direitos de imagem atrasados e uma comissão destinada aos empresários. Oscar não abriu mão das luvas a receber. Em contrapartida, o São Paulo não terá mais que arcar com os salários do atleta até o fim do contrato, que se estenderia até 2027 e representaria um custo superior a R$ 50 milhões.
O motivo da aposentadoria de Oscar
A decisão pelo fim da carreira veio após Oscar passar mal em exames médicos. Ele foi diagnosticado com síncope vasovagal, condição caracterizada por perda transitória de consciência causada pela queda da pressão arterial e redução dos batimentos cardíacos. O quadro clínico inviabilizou a continuidade do jogador no futebol.
Uma relação que não decolou
Oscar acumulou apenas 35 partidas pelo profissional do São Paulo em duas passagens. Na primeira, entre 2008 e 2009, entrou em campo 14 vezes — apenas uma como titular. O retorno ao clube, em 2025, rendeu 21 jogos, dois gols e cinco assistências.
A trajetória, no entanto, foi marcada por uma saída conturbada na primeira passagem, quando o meia chegou a processar o clube. Agora, a segunda experiência chega ao fim de forma precoce, com a rescisão e a aposentadoria do jogador de 34 anos.