A vice-prefeita de Mauá, Alaíde Damo (MDB), prestou depoimento nesta quinta-feira (14/03) na Comissão de Impeachment instaurada na Câmara contra o prefeito Atila Jacomussi (PSB) que apura a vacância do cargo. O chefe do Executivo ficou ausente da Prefeitura durante 64 dias, porque foi preso pela Polícia Federal em dezembro e só retornou ao cargo fevereiro. Pela LOM (Lei Orgânica do Município) a ausência é permitida por apenas 15 dias sem autorização legislativa.
Ao ser indagada sobre sua visão houvea vacância do cargo, Alaíde disse que “cabe à Comissão avaliar esse tema”, ou seja, evitou criar polêmicas diante do fato. Caso o prefeito sofra o impeachment, é ela quem assume o comando da Prefeitura. Apesar de ter rompido com Atila, se manteve neutra na questão.
No ano passado, a viceprefeita ficou à frente do Paço dua vezes, durante as duas prisões de Atila pela Polícia Federal. Atila é acusado de arrecadar propina de empresas fornecedoras do município e dividir com 21 dos 21 vereadores, além de um suplente. Seria uma espécie de mansalinho. Todos negam.
A vice -prefeita, que foi para a Câmara acompanhada do marido, o ex-prefeito Leonel Damo, respondeu perguntas referentes a datas de suas posses , como prefeita. O depoimento durou cerca de 30 minutos.
Durante a oitiva, o advogado do prefeito, Leandro Petrin, pediu e foi atendido, que seja solicitado ao Executivo uma resposta em 48 horas, sobre o o Livro De Transmissão de Posse dos Prefeitos de Mauá.
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