1 de dezembro de 2021

Daniel Dias fatura mais um bronze e chega a 26 medalhas paralímpicas

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Multicampeão completou em 3º lugar a prova dos 100m livre classe S5

Daniel Dias fatura mais um bronze e chega a 26 medalhas paralímpicas. Foto: Divulgação/CPB

O paulista Daniel Dias conquistou na madrugada desta quinta-feira (26/08) a sua 26ª medalha paralímpica no Jogos de Tóquio (Japão), com um bronze na prova de 100 metros livre da classe S5 (deficiência físico-motora), com o tempo de 1min10s80.  É o segundo bronze do multicampeão na Tóquio 2020: na manhã desta quarta-feira (25/08), Daniel faturou a primeira medalha ao completar os 200 metros livre em terceiro lugar. As competições de natação estão sendo disputadas no Centro Aquático de Tóquio, na capital japonesa.

Quem levou a medalha de ouro foi o italiano Francesco Bocciardo, com a marca de 1min09s56. Já a prata foi para a China, com Lichao Wang, com o tempo de 1min10s45.

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Nos 100 metros livre S5 (deficiência físico-motora),  a potiguar Joana Neves, a Joaninha, terminou a disputa na oitava colocação, com o tempo de 1min27s62.

Já nos 200 metros livre da classe SM6 (deficiência físico-motora), o catarinense Talisson Glock, de 26 anos, ficou na sexta posição, com a marca de 2 min45s17.

Por fim, o catarinense Matheus Rheine ficou em quinto lugar nos 400 metros livre da classe S11 (cegueira). Ele obteve o tempo de 4 min33s64.

Revezamento 

Natação: revezamento misto 4x50m é bronze em Tóquio 2020. Foto: Divulgação/CPB

O Brasil conquistou na manhã desta quinta-feira (26) medalha de bronze na prova de revezamento misto no 4×50 metros livre na Paralimpíada de Tóquio. Os nadadores brasileiros Daniel Dias (classe S5), Talisson Glock (classe S6), Joana Neves (classe S5) e Patrícia Pereira (classe S4) obtiveram o tempo de 2min24s82. As competições de natação acontecem no Centro Aquático de Tóquio, na capital japonesa. As classes S4, S5 e S6 são compostas de atletas com deficiência física-motora.

A medalha de ouro foi para a China, que bateu a marca de 2min15s49, se tornando novo recorde mundial. Já a prata foi para o quarteto italiano, que terminou a prova no tempo de 2min21s45.

Com o resultado no revezamento, o paulista Daniel Dias chegou a 27ª medalha na história das paralimpíadas. Em Tóquio 2020, ele já levou outros dois bronzes: na prova de 100 metros livre da classe S5 (deficiência física-motora) e nos 200 metros livre na classe S5 (deficiência física-motora).

No nado peito, o brasileiro Ruan Felipe Lima de Souza  participou da prova dos 100 metros da classe SB9 (deficiência física-motora), também disputada nesta quinta-feira (26). O paratleta, que é natural de Taubaté e tem 29 anos, terminou em quinto lugar, com o tempo de 1min10s99. (Da Agência Brasil)

Esgrima

Jovane Guissone conquista prata na esgrima em cadeira de rodas. Foto: Divulgação/CPB

Ouro na Paralimpíada de Londres (2012), o esgrimista gaúcho Jovane Guissone, de 38 anos, conquistou a prata na manhã desta quinta-feira (26) na Tóquio 2020, na disputa da espada individual na categoria B (menor equilíbrio e mobilidade no tronco). O brasileiro foi superado pelo atleta Alexander Kuzykov, do Comitê Paralímpico Russo (ROC, sigla em inglês), por 15 a 8. Natural da cidade de Barros Cassal (RS), Guissone segue como único medalhista do país na esgrima, seja em Olimpíadas ou Paralimpíadas.

ice-líder no ranking mundial, Guissone chegou à final na Tóquio 2020 após derrotar nesta madrugada o britânico  Bimitri Coutya por 15 a 12.  Antes, o gaúcho já despachara o iraquiano Ammar Ali por 15 a 10 nas quartas de final. Em sete duelos antes da decisão pela medalha de ouro, foram sete duelos, e Guissone perdeu apenas o primeiro – para o ucraniano Oleg Naumenko – e o último para Kuzykov (ROC).

O gaúcho começou a praticar esgrima há 13 anos, após sofrer uma lesão na medula ao ser atingido por disparo de arma de fogo durante um assalto.

Outros resultados

A única estreante na delegação brasileira de esgrima, a paranaense Carminha de Oliveira, de 31 anos, deu adeus à disputa da espada individual feminina da categoria A (atletas com mobilidade no tronco; amputados ou com limitação de movimento), após perder quatro lutas.

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