
O técnico Carlo Ancelotti é apontado pelo jornal alemão Bild como o treinador de seleção mais bem remunerado do futebol mundial. Para comandar a Seleção Brasileira, o italiano teria salários anuais em torno de R$ 58,5 milhões, o que resulta em cerca de R$ 4,8 milhões mensais.
Após renovar seu vínculo com a CBF até o término de 2030, quando ocorrerá a próxima Copa do Mundo, o salário de Ancelotti subiu. Com os novos números, o italiano está à frente de Jürgen Klopp, da Alemanha, e Mauricio Pochettino, dos Estados Unidos.
Campeão mundial aparece em quinto
O levantamento também chama atenção para os valores recebidos pelos técnicos das seleções que estão entre as principais forças do futebol internacional.
Luis de la Fuente, comandante da Espanha, aparece na quinta colocação, com vencimentos estimados em R$ 29,2 milhões por temporada. Já Lionel Scaloni, técnico da Argentina e campeão mundial em 2022, recebe cerca de R$ 13,4 milhões por ano, de acordo com o levantamento.
Veja os salários apontados pelo levantamento
- Carlo Ancelotti (Brasil) – R$ 58,5 milhões
- Jürgen Klopp (Alemanha) – R$ 40,9 milhões
- Mauricio Pochettino (Estados Unidos) – R$ 39,8 milhões
- Thomas Tuchel (Inglaterra) – R$ 35,1 milhões
- Luis de la Fuente (Espanha) – R$ 29,2 milhões
- Jorge Jesus (Portugal) – R$ 23,4 milhões
- Zinedine Zidane (França) – R$ 21,1 milhões
- Xavi (Holanda) – R$ 17,5 milhões
- Lionel Scaloni (Argentina) – R$ 13,4 milhões
- Ralf Rangnick (Áustria) – R$ 11,7 milhões
- Ivan Jovanovic (Grécia) – R$ 5,3 milhões
Os valores são os apresentados pelo Bild e podem estar sujeitos a diferenças de conversão, bônus e outros componentes contratuais.
Ancelotti prepara último amistoso da Data Fifa
Ancelotti encerra o período de testes da Data Fifa com o terceiro compromisso da Seleção Brasileira. Depois dos dois confrontos diante da Austrália, o Brasil agora se prepara para enfrentar a Índia.
A tendência é que o treinador volte a promover mudanças na formação. Desde o início do ciclo, Ancelotti tem utilizado os amistosos para observar jovens jogadores, entre eles Gabriel Bontempo, Jair, Mauro Júnior, Rayan e Breno Bidon.
Além de testar nomes diferentes, o italiano também aproveita os compromissos para experimentar alternativas táticas e ampliar as opções para o ciclo que terá como principal objetivo a preparação para a Copa do Mundo de 2030.
