
A CBF informou, durante o sorteio das partidas das semifinais da Copa do Brasil, que finalizou a negociação dos direitos de transmissão para o próximo período. O acordo deverá gerar mais de R$ 4 bilhões até 2030, incluindo a Copa do Brasil e a Supercopa do Rei — um montante recorde, de acordo com a entidade.
Quem fará a transmissão?
A concorrência teve mais de 15 empresas interessadas. O Grupo Globo arrematou os pacotes 1 e 2: TV aberta e pay-per-view (Premiere, SporTV e GE TV).
A Amazon Prime ficou com um terceiro pacote. Um quarto grupo terá o mesmo modelo — nos bastidores, a ESPN (Grupo Disney) é apontada como a empresa. A CBF não confirmou oficialmente.
Um quinto pacote, com reacts e melhores momentos, ficou com a Globo, via GE TV.
As mudanças na competição
A principal novidade é a transmissão inicial única, com imagens geradas pela própria CBF. Os contratos também garantem a exibição das fases iniciais, antes da entrada dos clubes da Série A.
Outro ponto é a ampliação do campeonato no calendário. A partir da entrada dos times grandes, menos jogos ocorrerão simultaneamente, aumentando a exposição da competição.
Jogos nos fins de semana também serão utilizados para maximizar a arrecadação.
O impacto
A cifra bilionária consolida a Copa do Brasil como um dos produtos mais valiosos do futebol nacional. Para os clubes, significa mais receita e visibilidade. Para o torcedor, mais jogos acessíveis e melhor distribuição na grade.
A CBF promete detalhes do novo formato em breve. O que já se sabe é que o torneio mudará — e o dinheiro será maior.
