
A lesão muscular confirmada em Lucas Paquetá obriga a Seleção Brasileira a se reinventar no mata-mata da Copa do Mundo de 2026. O meia está fora do duelo das oitavas de final, no próximo dia 5 de julho, no MetLife Stadium, e ainda é dúvida para uma eventual partida de quartas. Carlo Ancelotti tem duas rotas à mesa — e cinco dias para decidir.
Opção 1: manter o 4-3-3
Se o italiano quiser preservar a estrutura com três homens no meio, os candidatos naturais são Éderson e Danilo Baiano. Ambos podem compor o setor ao lado de Bruno Guimarães e Casemiro. Éderson, inclusive, foi chamado durante o torneio justamente por conta de uma brecha deixada por lesão e daria mais pegada ao setor.
Opção 2: voltar ao 4-2-4
O esquema preferido de Ancelotti desde que assumiu a Seleção está na mesa. Nesse cenário, Paquetá seria substituído por mais um atacante — Endrick ou Gabriel Martinelli, que entrariam ao lado de Vini Jr., Rayan e Matheus Cunha. O 4-2-4 foi abandonado ao longo da competição porque o treinador sentiu que o meio-campo precisava de mais controle, mas voltou a ser utilizado contra o Japão após o Brasil sair atrás no placar.
Casemiro deve jogar
O volante foi ausência no treino desta terça-feira por um desconforto no adutor da coxa, mas foi apenas poupado. A expectativa é que esteja à disposição para as oitavas.
O adversário de Ancelotti
O rival brasileiro sairá do duelo entre Costa do Marfim e Noruega, ainda nesta terça-feira (30). A comissão técnica terá quase uma semana para treinar a nova formação.