
O duelo entre Brasil e Haiti, na próxima sexta-feira (19), às 21h30, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, terá um significado histórico. Será a primeira vez que as duas seleções se enfrentam em Mundiais — e os haitianos se tornarão o 50º adversário diferente que a Seleção Brasileira encara na história da competição.
O retrospecto geral
Antes do encontro inédito, o Brasil acumula os seguintes números em Copas:
- Jogos: 115
- Vitórias: 76
- Empates: 20
- Derrotas: 19
- Gols marcados: 238
- Gols sofridos: 109
- Saldo: +129
- Aproveitamento: 66,09%
Os adversários mais frequentes do Brasil
A Suécia lidera a lista de rivais mais encontrados, com sete confrontos. Espanha, Tchecoslováquia, Itália, Escócia, México e Holanda vêm em seguida, com cinco jogos cada. Iugoslávia, Polônia, Inglaterra, França, Chile e Argentina aparecem com quatro.
Inimigos de jogo único
Até aqui, 22 seleções cruzaram o caminho do Brasil apenas uma vez em Copas. Com o Haiti, a lista chega a 23. Entre os que já sentiram a força da Amarelinha em confronto solitário estão Bolívia, País de Gales, Bulgária, Romênia, Zaire, Alemanha Oriental, China, Nova Zelândia, Argélia, Irlanda do Norte, Rússia, Estados Unidos, Noruega, Dinamarca, Austrália, Japão, Gana, Coreia do Norte, Costa do Marfim, Colômbia e Coreia do Sul.
Aproveitamento impecável e pedras no sapato
O Brasil tem 100% de vitórias contra uma vasta lista de adversários, incluindo Áustria, Peru, Sérvia, União Soviética, Turquia e Costa Rica. No lado oposto, sofre com poucos: nunca venceu Hungria (dois jogos), Noruega (um jogo) e Portugal (dois jogos). Contra França e Holanda, o aproveitamento também é negativo — 25% e 20%, respectivamente.
