Banco do Brasil fecha 4 agências em Sto.André, S.Bernardo, S.Caetano e Ribeirão Pires

Instituição alega que passa por reestruturação; Sindicato dos Bancários do ABC e CUT promoveram protestos na última quarta-feira

Na última quarta-feira, Sindicato dos Bancários do ABC organizou ato em Diadema contra reestruturação do Banco do Brasil. Foto: Reprodução/CUT

 

Das 112 agências do Banco do Brasil que foram fechadas, quatro ficam na Região do ABCD. As unidades que encerraram suas atividades são a da rua Carijós, em Santo André, a da Avenida Kennedy, em São Bernardo, a da Rua Baraldi, em São Caetano e a (Rua Felipe Sabbag, em Ribeirão Pires. O ABCD tem outras 54 unidades, sendo que atuam 750 trabalhadores.

O Banco do Brasil alega que o fechamento de agências no País faz parte de uma reestruturação. “O Banco do Brasil reafirma seu entendimento de que as medidas de reorganização preparam a empresa para ambiente de maior competitividade no setor financeiro. Também estão alinhadas com o aprimoramento da experiência do cliente e com o maior investimento em soluções digitais”.

O Banco tem alegado também que funcionários e seus respectivos sindicatos receberam a informação sobre as modificações feitas pela instituição financeira.

 Manifestação

Bancários do Banco do Brasil no Estado de São Paulo aderiram ao dia de paralisação que ocorreu por todo país na última quarta-feira (10/02), contra o anúncio de reestruturação feito pela direção do banco.

No ABC Paulista, o ato foi em frente a uma agência na cidade de Diadema. “Esse plano reduzirá o número de trabalhadores bancários para atender a população e fechará agências, dificultando ainda mais a vida dos que precisam do atendimento de forma presencial. Por isso esse dia é de luta contra esse desmonte, contra essa política neoliberal, que vem aumentando diariamente a exclusão social e o sofrimento da população, que está sem perspectiva de emprego, e de um Brasil melhor”, afirmou o presidente do Sindicato dos Bancários do ABC e secretário de Comunicação da CUT-SP, Belmiro Moreira.