O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), prestou depoimento nesta segunda-feira (01/04) na comissão de impeachment que apura vacância do cargo. O chefe do Executivo foi preso em 13 de dezembro e retornou à função em fevereiro. A LOM (Lei Orgânica do Município) estabelece apenas 15 dias fora do cargo sem a necessidade de autorização legislativa. “Após 63 dias do ocorrido, retornei sem qualquer tipo de problema para a Prefeitura”, argumentou.
O depoimento foi curto. Durou apenas 20 minutos e o prefeito só respondeu a perguntas feitas pelos seus advogados. A oitiva foi fechada e o prefeito concedeu entrevista à imprensa depois do depoimento.
“Estou muito tranquilo, pois quem não deve não teme. Temos que ter muita tranquilidade e sei que vamos provar a minha inocência tanto na Câmara quanto na Justiça”, disse Atila ao se referir à acusação da PF (Polícia Federal) de que recebia propina de empresas fornecedoras da Prefeitura para dividir com 21 dos 23 vereadores, além de um suplente. Todos negam a acusação.
Nesta quarta-feira (03/04) volta à Câmara para depor em outra comissão de impeachment que analisa falta de decoro. Atila foi preso duas vezes no ano passado, mas retornou ao cargo, depois de liminar do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes.
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