
A Conmebol impôs uma sanção ao Rosario Central em decorrência dos atos de racismo dirigidos ao goleiro Hugo Souza, do Corinthians, durante a partida de ida das oitavas de final da Libertadores.
A punição
O clube argentino recebeu uma multa de US$ 100 mil — cerca de R$ 515 mil. Para além da multa, terá de implementar ações educativas:
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Estádio com cartazes que promovem o respeito
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Campanhas educativas nas redes sociais
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Medidas para evitar que novos episódios ocorram
O caso
Durante o jogo, Hugo Souza comunicou à arbitragem que estava sofrendo ofensas raciais vindas das arquibancadas. O protocolo antirracismo da Conmebol foi acionado e permaneceu no primeiro estágio.
Ángel Di María, ídolo argentino e jogador do Rosario Central, pediu o fim dos insultos. A locução do estádio também emitiu alerta à torcida.
O relato do goleiro
Hugo Souza detalhou o que ouviu. “É o jogo todo chamando de macaco, mono, negro de m****. É uma coisa que acontece frequentemente aqui na Argentina.”
Apesar da gravidade, o goleiro fez questão de separar os atletas rivais da atitude da torcida. “Os jogadores do Rosario Central não participaram dos insultos e ainda pediram que as ofensas parassem.”
