
O meia-atacante Lucas Moura deu mais um passo na longa jornada de recuperação da lesão mais grave de sua carreira. O jogador do São Paulo retirou a bota ortopédica que utilizava desde a cirurgia no tendão de Aquiles do pé direito, realizada no início de maio. O prazo estimado para retorno aos gramados segue entre 6 e 12 meses.
O que vem pela frente
Sem a bota, Lucas iniciará atividades em uma esteira antigravitacional no CT da Barra Funda, equipamento que reduz o impacto sobre a região operada e permite a retomada gradual dos movimentos. Ele continua na fisioterapia e não entrou em férias junto com o restante do elenco tricolor.
A evolução é considerada satisfatória pela comissão médica, mas as chances de voltar a atuar ainda nesta temporada são tratadas como remotas. O clube tem receio de acelerar qualquer etapa e comprometer a fase final da cicatrização.
O futuro de Lucas no Tricolor
Com a recuperação podendo se estender por até um ano, a situação contratual de Lucas Moura ganha contornos particulares. Pela legislação, o São Paulo é obrigado a manter o vínculo enquanto o atleta estiver lesionado — e o contrato atual vai até o fim desta temporada.
Neste momento, a tendência é pela renovação, ainda que parcial. As conversas entre clube e jogador já haviam começado antes da lesão, e a diretoria trabalha para ampliar o vínculo.
