
O atacante Raphinha, da Seleção Brasileira e do Barcelona, será alvo de uma investida robusta do futebol saudita assim que o Mundial de 2026 terminar. Segundo o jornal Mundo Deportivo, Al Nassr e Al Hilal, os dois gigantes do país, estão dispostos a apresentar uma proposta de 80 milhões de euros (cerca de R$ 480 milhões) pelo camisa 11.
Ambos os clubes contam com o suporte financeiro do PIF (Fundo de Investimento Público saudita), o que garante musculatura para cobrir a pedida e oferecer um contrato salarial que multiplica por quatro os vencimentos atuais do jogador na Espanha.
O Barcelona vê uma janela de oportunidade
Apesar de Raphinha ser peça central no esquema de Hansi Flick, o clube catalão não o considera inegociável. A direção entende que a combinação entre a idade do atleta e o histórico de lesões recorrentes torna as próximas janelas de transferência o momento ideal para lucrar com uma venda expressiva.
O Barcelona já trabalha com a sucessão encaminhada. A contratação de Anthony Gordon, que atua na mesma faixa de campo, é vista internamente como um movimento de antecipação ao eventual adeus do brasileiro.
Raphinha resiste à saída
O grande obstáculo para o negócio, no momento, é a vontade do jogador. Raphinha está feliz no clube, sente-se valorizado pela torcida e desfruta do melhor futebol sob o comando de Flick. Deixar o Camp Nou não faz parte dos seus planos imediatos.
O efeito Copa do Mundo
Os sauditas enxergam no Mundial um possível aliado. A avaliação é de que uma conquista do hexacampeonato poderia trazer uma sensação de dever cumprido para o atacante e para outros astros da Seleção, tornando a mudança de cenário mais palatável. As conversas formais, porém, só devem começar depois do torneio.
