
Na tarde desta segunda-feira, 6, o Palmeiras anunciou mais um patrocínio: com a montadora Leapmotor. Todavia, o clube não parou por aí e avançou nas tratativas com mais duas empresas ainda não reveladas.
O Verdão está negociando duas propriedades: Barra do Calção e Peito. A expectativa é de que ambos sejam definidos nas próximas semanas. A informação foi concedida inicialmente pelo UOL e confirmada.
Com as duas negociações, o Palmeiras mira alcançar a marca de R$ 250 milhões fixos por temporada. A negociação com a Leapmortor fez a dos R$ 200 milhões ser ultrapassada.
O Verdão pode levar mais de R$ 300 milhões de acordo com metas dos patrocinadores.
Os contratos vigentes do Palmeiras
- Sportingbet: R$ 173 milhões por ano (R$ 100 milhões fixos + R$ 73 milhões variáveis)
- Puma: cerca de R$ 50 milhões por ano (fixo + variáveis)
- Cimed: R$ 20 milhões fixos por ano, podendo chegar a R$ 57 milhões até 2027
- Leapmotor: cerca de R$ 20 milhões por ano + 10 milhões em bônus
- Sil Fios e Cabos Elétricos: R$ 11 milhões por ano (fixo + bônus não divulgados)
- Uniasselvi: R$ 8 milhões por ano (fixo)
- D’Italia Panelas: R$ 4 milhões fixos por ano, podendo chegar a R$ 6 milhões com bônus
Leapmotor substitui a Fictor
A nova patrocinadora chega para ocupar o espaço deixado pela Fictor, que teve seu contrato rescindido pelo Palmeiras após pedir recuperação judicial e incluir o clube na lista de credores. O acordo anterior previa R$ 25 milhões fixos por ano, além de R$ 5 milhões em bônus e metas. A Fictor também dava nome à competição de base organizada pelo Verdão.
Com a saída da antiga parceira, a presidente Leila Pereira e o departamento de marketing palmeirense agiram rápido e fecharam com a Leapmotor.
Propriedade vazia
Com as duas negociações citadas avançadas, resta apenas uma para o Palmeiras negociar: a barra traseira da camisa que será vendida em conjunto com o master das categorias de base, que pertencia a Fictor.
