
A Federação Italiana de Futebol (FIGC) anunciou nesta quinta-feira (2) a renúncia do presidente Gabriele Gravina, dois dias após a Itália ser eliminada pela Bósnia e Herzegovina na final do playoff de classificação para a Copa do Mundo de 2026. Além dele, também deixou o cargo Gianluigi Buffon, que atuava como chefe de delegação da Azzurra.
Itália entende que precisa de reformulação
Novas eleições serão realizadas em 22 de junho para definir o futuro da entidade. “É evidente para todos que o nosso futebol precisa ser reformulado”, disse o ministro do Esporte do país, Andrea Abodi, à ESPN.
A derrota para a Bósnia escancarou uma crise que já dura mais de uma década. Chega a três edições consecutivas sem se classificar para a Copa do Mundo. A última vez que a Azzurra esteve no torneio foi no Brasil, em 2014, quando foi eliminada ainda na fase de grupos.
A tendência é que o técnico Gennaro Gattuso também não permaneça. O novo presidente da FIGC deve escolher outro nome, e os principais alvos são Roberto Mancini e Antonio Conte.
