
Com a classificação para o mata-mata do Paulistão, o São Paulo enfrenta um problema logístico: não poderá contar com o MorumBIS para as fases decisivas do estadual. A agenda de shows no estádio tricolor coincide com as datas das quartas de final e das semifinais, obrigando o clube a buscar alternativas para mandar seus jogos.
A montagem da estrutura para as apresentações começou em 12 de fevereiro, com o primeiro show marcado para o dia 24. As quartas de final estão agendadas para os dias 21 e 22, o que já impediria o uso do estádio, mas a situação não chegou a se tornar um impasse porque o time se classificou na sexta colocação e, por isso, não terá a vantagem de decidir em casa nesta fase.
Nas semifinais, o cenário se repete. Os jogos estão programados para ocorrer entre 28 de fevereiro e 1º de março, enquanto um show está confirmado justamente para o dia 28. O mando de campo na semifinal será definido com base no somatório das campanhas da primeira fase e das quartas de final. Caso o São Paulo tenha a vantagem de decidir em casa, precisará mandar a partida em outro estádio.
Já a final do Paulistão oferece uma possibilidade remota de retorno ao MorumBIS. Para isso, o Tricolor precisaria ter a melhor campanha entre os dois finalistas e, assim, decidir o título em casa. O primeiro jogo da decisão, no entanto, está marcado para 4 de março, mesma data da última apresentação prevista no estádio, o que inviabilizaria seu uso na partida inicial.
Brinco de Ouro surge como principal alternativa do São Paulo
Diante das críticas da torcida pela priorização de shows no estádio, a diretoria são-paulina já começou a sondar opções. O Brinco de Ouro da Princesa, estádio do Guarani com capacidade para cerca de 20 mil torcedores, tornou-se a principal alternativa para mandar as partidas decisivas. Diferente de situações anteriores, o clube não procurou a Vila Belmiro e tende a priorizar o interior paulista em relação à Baixada Santista.
