
O Santos vive um início de temporado conturbado. Fora da zona de classificação no Campeonato Paulista e precisando de uma combinação de resultados na última rodada para avançar, o clube ainda lida com limitações no mercado da bola. A comissão técnica, comandada por Juan Pablo Vojvoda, entende que o elenco precisa de pelo menos dois reforços: um zagueiro e um volante.
As solicitações, no entanto, esbarram em um velho conhecido do clube: a falta de dinheiro. Com dívidas elevadas e dificuldade para apresentar garantias em negociações, o Santos enfrenta resistência de clubes vendedores, que costumam elevar os pedidas diante da fama de “mau pagador” que persegue o Peixe no mercado.
A estratégia da diretoria, por isso, tem sido mirar em oportunidades mais concretas. O perfil dos quatro contratados até agora – Gabriel Menino, Gabigol, Rony e Moisés – é semelhante: todos estavam fora dos planos de seus clubes ou foram negociados por necessidade alheia.
Nomes na mira do Santos
Para a zaga, o alvo é Marco Di Cesare, do Racing. O Santos articula um empréstimo com obrigação de compra ao final da temporada. Já para o meio-campo, o clube ainda não tem um nome definido. Tentativas por Pedro Vite e Felipe Loyola não avançaram.
Pressão por resultados
O desfecho da primeira fase do Paulistão, neste domingo, pode mudar os rumos do planejamento. Caso o Santos não se classifique, o executivo de futebol Alexandre Mattos e o técnico Juan Pablo Vojvoda podem ter seus cargos ameaçados.
