
O técnico do Santos, Juan Pablo Vojvoda, saiu em defesa de seu trabalho após o empate sem gols contra o Bragantino, neste domingo (25), que ampliou para quatro jogos a sequência sem vitórias do Peixe. Em coletiva de imprensa, o argentino afirmou não se abalar com a cobrança e destacou o desgaste do elenco devido ao calendário apertado.
Questionado sobre a pressão, Vojvoda foi enfático: “Estou trabalhando com meus jogadores sobre a pressão. E estou com a cabeça forte e sei que a pressão é normal. Tínhamos a pressão do rebaixamento no Brasileirão [em 2025] que era forte, estamos preparados para isso”.
O treinador também reforçou a necessidade de dividir a atenção entre as duas competições em curso. “Agora, temos o São Paulo e precisamos ter atenção nos dois campeonatos. Tanto no Paulistão, que está terminando a primeira fase, quanto no Brasileirão, que está começando agora”.
Calendário apertado e rodízio inevitável no Santos
Um dos pontos centrais de sua fala foi o impacto físico no elenco. Vojvoda anunciou que fará rodízio frequente e criticou a sobrecarga de jogos.
“Temos que rodar jogadores. A nossa última partida foi há 72h e teve muito desgaste físico. Por isso, há jogadores que ficaram no departamento médico, não por algo muito grave, mas sim por incômodos contra o Corinthians. Estamos a 72h do Brasileirão também e vamos precisar de todo o elenco. Por isso, o rodízio não vai ser só com a gente, e sim com todos os times, pois o calendário está apertado”.
