
O Flamengo segue em negociações para a contratação de Lucas Paquetá, mas o prazo é um inimigo. A janela de transferências da Inglaterra fecha em 3 de fevereiro, e se um acordo não for fechado até lá, o meia só poderia se transferir em julho, ao fim da temporada europeia.
O impasse no formato da negociação
O West Ham está disposto a vender o jogador, que deseja retornar ao Brasil. No entanto, o clube inglês, que luta contra o rebaixamento na Premier League, condiciona a venda a um empréstimo até o final da temporada. A ideia é liberar Paquetá financeiramente agora, mas mantê-lo no elenco até junho/julho.
A posição do Flamengo
O Rubro-Negro não vê com bons olhos essa estrutura. A diretoria entende que, se o jogador só chegar em meados do ano, os valores atualmente propostos estão muito altos.
O West Ham já sinalizou estar aberto a um acordo por cerca de 45 milhões de euros (40 milhões fixos + 5 em bônus), o que totalizaria aproximadamente R$ 279 milhões. Esse montante faria da operação a maior contratação da história do futebol brasileiro, superando a de Gerson pelo Flamengo.
Estratégia e pressão
Enquanto o relógo corre, o Flamengo também avalia uma jogada de bastidores: apostar num eventual rebaixamento do West Ham. Caso o clube caia para a Championship, seu poder de barganha diminuiria drasticamente, permitindo ao Flamengo negociar por um valor menor na janela de julho.
Paralelamente, Paquetá usa sua influência nos bastidores do West Ham para pressionar por uma saída imediata, aumentando a tensão no fim da janela de transferências.
