
A negociação para a volta de Lucas Paquetá ao Flamengo deu um passo decisivo nos bastidores. Clube e jogador já têm um acordo de princípio para um contrato de quatro anos, com as bases salariais também definidas.
No entanto, o anúncio oficial ainda esbarra em um impasse fundamental com seu atual clube, o West Ham United. O ponto de discórdia não é mais a venda em si – os ingleses, atendendo ao desejo do atleta, aceitam negociá-lo com o Flamengo –, mas o momento da transição.
O dilema do prazo: empréstimo imediato x chegada no Brasil
A diretoria do West Ham, envolvida em uma intensa luta para escapar do rebaixamento na Premier League, insiste em manter Paquetá até o meio de 2025. O modelo proposto pelos ingleses seria uma venda já acertada, seguida de um empréstimo do jogador de volta ao West Ham até o final da temporada europeia. O argumento é que as competições sul-americanas têm suas fases decisivas concentradas no segundo semestre.
Por outro lado, o Flamengo defende a necessidade de contar com o meia desde o início de sua temporada. A ideia é que ele chegue agora para, quando os torneios entrarem em suas fases decisivas, já estar adaptado e entrosado com o elenco. Além disso, com o Campeonato Brasileiro começando em abril, o clube vê o jogador como uma peça-chave para toda a temporada de 2025.
Valor da operação para o Flamengo
As conversas seguem para destravar o acordo. O valor da transição gira em torno de € 40 milhões (aproximadamente R$ 250 milhões), montante considerado o limite máximo que o Flamengo está disposto a investir na operação.
